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SONU promove debates sobre direitos de refugiados e proteção de dados em escolas de Fortaleza

Iniciativa ocorre por meio do projeto SONU Escolas, que compõe o programa de extensão da Simulação da Organização das Nações Unidas — SONU


Por Levi Macêdo Andrade

Alunos do colégio 7 de Setembro debatendo sobre privacidade de dados coletados na internet. Foto: Divulgação

Integrantes do programa universitário de Simulação da Organização das Nações Unidas (SONU), promoveram discussões de temas de interesse contemporâneo entre alunos de ensino médio nos dias 18 e 25 de junho. A realização desses eventos se deu pela promoção de debates por meio do projeto SONU Escolas, com alunos do Colégio Nossa Senhora das Graças e do Colégio 7 de Setembro, respectivamente.


Os temas abordados nos comitês citados tratam da violência contra os direitos humanos em campos de refugiados e do controle e regulamentação de dados coletados na internet. Os participantes debateram esses assuntos, externando seus posicionamentos a partir do ponto de vista de cada país por eles representados. Eles estudam a fundo os temas propostos e as organizações as quais representam, para que a experiência seja mais imersiva.


Composta por estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), a SONU Escolas organiza comitês que simulam conferências internacionais em escolas de Fortaleza. Essas reuniões têm o objetivo de aprimorar as competências discursivas e argumentativas de alunos do ensino médio. Nelas, são abordados temas atuais que põem em teste as capacidades de oratória e as habilidades de conhecimento dos participantes sobre os assuntos propostos.


Avaliações positivas feitas pelos estudantes sobre o projeto são bastante frequentes. "Eu nunca tinha visto uma oportunidade dessas, de participar de algo que liga Relações Internacionais e Direito nessa dinâmica, como se fosse na ONU mesmo. É bastante interessante e muito diferente", relata Guilherme Rocha, aluno do Colégio Nossa Senhora das Graças.


Para a comissão organizadora do projeto, esse é também um momento de aprendizagem e evolução. "Foi impressionante sentir que faço parte de algo que vai mudar a minha vida, minha maneira de pensar, minhas habilidades, minha gestão de tempo e o acolhimento a eles (alunos)", comenta Larissa Capistrano, uma das diretoras da SONU.


Segundo o secretário acadêmico do programa e responsável pelo projeto da SONU Escolas, Guilherme Siqueira, o principal benefício gerado aos estudantes que participam dos debates é o contato com uma nova maneira de aprendizado. Eles estudam sobre suas próprias delegações e, ao debaterem nessas sessões, põem em prática o que aprenderam.


Levi Macêdo Andrade — Assessor de Imprensa

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